Avaliação: Honda XRE 300, agora flex, encara Yamaha Ténéré 250

Assim como os SUVs tomaram conta das cidades brasileiras, quem já usou uma moto trail no nosso (esburacado) cotidiano dificilmente troca de categoria. Tanto é que a maioria dos jornalistas do setor duas rodas que conheço (incluindo este que vos escreve) possuem motos do tipo. Entre elas, uma das mais famosas e vendidas é a Honda XRE 300, que estreou em 2009 com a dupla missão de substituir a XR 250 e a Falcon 400 ao mesmo tempo. A novidade agora fica por conta da injeção FlexOne da Honda, que permite ao modelo ser abastecido com etanol ou gasolina em qualquer proporção. Tabelada a R$ 13.550 iniciais, a XRE é a única da categoria a oferecer feios combinados com sistema anti-travamento (C-ABS), chegando a R$ 15.250.
Na falta de uma 300 em sua linha, a Yamaha escala duas rivais para a XRE: a Lander (R$ 12.440) e a Ténéré (R$ 13.490), ambas derivadas do mesmo chassi e que compartilham o motor 250. A primeira tem aptidão mais trilheira, enquanto a segunda, mais recente, não dispensa a suspensão de longo curso, porém com pegada mais estradeira. Nenhuma das duas traz injeção flex, recurso que a marca dos diapasões oferece na street Fazer 250 Blueflex (que usa o mesmo propulsor), mas ainda não entrega em suas trails.

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