Policial canadense pede para fumar maconha durante o trabalho
O policial canadense Ronald Francis é flagrado fumando maconha durante o trabalho
O policial canadense Ronald Francis quer ter o direito de poder fumar maconha no trabalho. Ora, se um soldado pode tragar um cigarro normal enquanto faz uma ronda, por que ele, que tem receita médica para consumir maconha, não poderia?
Porque a Polícia Montada do Canadá quer preservar sua imagem. O cabo Francis chegou a fumar maconha uniformizado, enquanto trabalhava em Nova Brunswick, no leste do país, mas agora foi proibido por seus superiores.
Por ter consumido maconha em serviço, a Polícia Montada do Canadá deixou Francis em licença médica e confiscou seu uniforme.
Uma das primeiras vozes contrárias ao pedido do policial foi do ministro da Justiça do Canadá, Peter MacKay, que disse que uma autorização poderia dar "um mau exemplo aos canadenses".
Francis, que sofre de estresse pós-traumático, alega que a droga alivia os sintomas associados a sua doença. Além disso, o policial diz que a maconha o deixa mais calmo e focado no serviço.
Por causa da doença, Francis trabalha em funções administrativas e não tem mais autorização para portar uma arma. Ele afirma que fuma maconha três vezes por dia, antes das refeições. (Com agências internacionais)
Sutiã da Microsoft quer prevenir ataque à geladeira por estresse
Protótipo de sutiã da Microsoft detecta alterações de humor e notifica usuárias para evitar o consumo de comida como forma de conforto
Sutiã tem sensores que medem alterações como temperatura da pele e frequência cardíacaFoto: Reprodução
A Microsoft trabalha no protótipo de um sutiã que quer acabar com um problema que atinge muitas mulheres: o consumo de comida como forma de conforto em situações de estresse. O sutiã tecnólogico possui sensores que detectam alterações na freqüência cardíaca, temperatura da pele e os níveis de estresse, sinais precursores de excessos. As informações são do Daily Mail.
Após detectar alterações, o sutiã então notifica a usuária sobre o "gatilho" da comilança pela alteração de humor. Ela recebe o alerta pelo smartphone via Bluetooth. O chefe da pesquisa, o psicólogo cognitivo Mary Czerwinski, diz que a roupa vai conscientizar as pessoas sobre os seus "comportamentos desajustados", fazendo com que elas possam substituí-los por outros mais saudáveis.
O sutiã da Microsoft foi recentemente testado por um grupo de quatro voluntárias ao longo de um período de quatro dias. Os pesquisadores consideraram o resultado promissor: o protótipo foi capaz de detectar a excitação das usuárias em 75% dos casos, e emoções em 72,62%.
Para que homens também possam ser notificados sobre alterações de humor e evitar ataques à geladeira, a Microsoft trabalha em pulseiras com sensores.
Cientista sugere que vida começou em Marte antes de chegar à Terra
Imagem mostra cratera em Marte
Um estudo apresentado em uma conferência científica sugere que a vida pode ter começado em Marte antes de chegar à Terra. A teoria foi apresentada pelo químico Steven Benner, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Westheimer (EUA), em na Conferência de Goldschmidt, em Florença, na Itália.
A forma como átomos se juntaram pela primeira vez para formar os três componentes moleculares dos seres vivos - RNA, DNA e proteínas - sempre foi alvo de especulação acadêmica.
As moléculas não são as mais complexas que aparecem na natureza, ainda assim não se sabe como elas surgiram. Acredita-se que o RNA (ácido ribonucleico) foi o primeiro a surgir na Terra, há mais de três bilhões de anos.
Hostil Uma possibilidade para a formação do RNA a partir de átomos, como carbono, seria o uso de energia (calor ou luz). No entanto, isso produz apenas alcatrão.
Para criação do RNA, os átomos precisam ser alinhados de forma especial em superfícies cristalinas de minerais. Mas esses minerais teriam se dissolvido nos oceanos da Terra naquela época.
Benner diz que esses minerais eram abundantes em Marte. Ele sugere que a vida teria surgido primeiro em Marte, seguindo para a Terra em meteoritos.
Na conferência em Florença, o cientista apresentou resultados sugerindo que minerais que contém elementos como boro e molibdênio são fundamentais na formação da vida a partir dos átomos.
Ele diz que os minerais de boro ajudam na criação de aros de carboidrato, gerando químicos que são posteriormente realinhados pelo molibdênio. Assim surge o RNA. O ambiente da Terra, nos primeiros anos do planeta, seria hostil aos minerais de boro e ao molibdênio.
"É apenas quando o molibdênio se torna altamente oxidado que ele é capaz de influenciar na formação da vida", diz Benner. "Esta forma de molibdênio não existira na Terra quando a vida surgiu, porque há três bilhões de anos a Terra tinha muito pouco oxigênio. Mas Marte tinha bastante."
Segundo ele, isso é "outro sinal que torna mais provável que a vida na Terra tenha chegado por um meteorito que veio de Marte, em vez de surgido no nosso planeta".
Outro fator que reforçaria a tese é o clima seco de Marte, mais propício para o surgimento de vida. "As evidências parecem estar indicando que somos todos marcianos, na verdade, e que a vida veio de Marte à Terra em uma rocha", disse Benner à BBC.
"Por sorte, acabamos aqui - já que a Terra certamente é o melhor entre os dois planetas para sustentar vida. Se nossos hipotéticos ancestrais marcianos tivessem ficado no seu planeta, talvez nós não tivéssemos uma história para contar hoje."
Água, 'árvores' e 'ET': veja as melhores imagens de Marte
Vida em Marte provavelmente existia abaixo da terra, diz Nasa
A Nasa colheu dados da superfície marciana por mais de cinco anos
Um novo estudo realizado pela Nasa sugere que se Marte já possuiu vida, ela provavelmente existia abaixo da superfície do planeta vermelho. A agência espacial americana analisou dados recolhidos ao longo dos últimos anos em mais de 350 locais de Marte e constatou que o planeta só teve água na superfície por breves períodos de tempo, mas que houve maior presença de água subterrânea.
A conclusão se deve aos padrões de formação de minerais tipicamente presentes na argila e no barro. Os rastros de água são encontrados na camada subterrânea em quase toda a extensão de Marte, mas rastros na superfície são raros. As novas descobertas devem mudar o rumo das pesquisas da Nasa no planeta vermelho. De acordo com Bethany Ehlmann, coordenadora do estudo, os cientistas se dedicarão a buscar mais material para análise no subsolo marciano.
Maior "olho da humanidade", observatório vai buscar vida alienígena
O diretor de operações do Observatório de La Silla Paranal, no Chile,
Andreas Kaufer, durante Congresso Latino Americano de Astronomia
realizado em Florianópolis
Considerado como o “maior olho da humanidade”, o super telescópio que será construído na área do deserto do Atacama, no Chile, servirá para buscar “vida fora do planeta Terra”.
A afirmação foi feita pelo diretor de operações do Observatório de La Silla Paranal, no Chile, Andreas Kaufer, durante Congresso Latino Americano de Astronomia realizado em Florianópolis. O projeto do Telescópio Europeu Extremamente Grande (E-ELT) conta com um “olho”, ou espelho de 39 metros de diamêtro. A construção deve consumir cerca de 1,1 bilhão de euros e faz parte do consórcio ESO (European Southern Observatory), do qual o Brasil faz parte.
SUV recebe pintura especial e nova configuração interna com cinco bancos
A Jaguar resolveu colocar o seu conceito C-X17 de volta aos holofotes. Para isso ela pintou seu SUV com uma tintura especial que envolve ouro em sua composição e modificou a disposição dos bancos no interior do protótipo, que agora leva até cinco passageiros. A unidade exclusiva foi apresentada nesta semana noGuangzhou Auto Show, na China.
Para possibilitar a mudança dos assentos, a tela multimídia sensível ao toque oferecida aos ocupantes dos bancos traseiros mudou de posição. Antes no apoio de braço, agora ela está estre os bancos dianteiros.
Nova fábrica da marca produzirá o jipinho Vezel, além dos novos Fit e City, em conjunto com a unidade de Sumaré
A Honda lançou nesta terça-feira, 26, a pedra fundamental da sua nova fábrica no Brasil, na cidade de Itirapina, SP. O evento contou a com participação do presidente mundial da montadora, Takanobu Ito, que ressaltou a importância do mercado brasileiro para a empresa.
A nova fábrica já tem definido, inclusive, os modelos que fabricará: os novos Fit e City e o aguardado Vezel, jipinho que foi mostrado na semana passada no Salão de Tóquio. O modelo, aliás, não se chamará “Vezel” no Brasil, embora a Honda tenha registrado sua patente no INPI. Segundo um executivo ouvido pelo iG, “o nome será outro, ainda guardado a sete chaves”.
A nova unidade dividirá a produção dos três modelos com Sumaré, onde fica sua maior unidade no Brasil (a Honda também possui uma fábrica de motos em Manaus). O primeiro modelo da família será o Fit de 3ª geração, que chegará ainda no 1º semestre.
Quadriciclo que utiliza pneus sem ar já está à venda
Pneus utilizam estrutura metálica internamente, o que dispensa sua calibração
A empresa norte-americana Polaris, especializada em veículos radicais, começou a vender um novo produto. Chamado de Polaris Sportsman, o quadriciclo traz um grande diferencial: pneus sem ar. Dotado de uma estrutura semelhante a de uma colmeia de abelhas, o veículo é a versão civil do MV850 ATV, quadriciclo exclusivo para uso militar. Em comum, ambos abrem mão dos gases comprimidos dentro do pneumático.
E o resultado, segundo a Polaris, é revelador: o pneu é quase impossível de sofrer um dano. O Sportsman suporta um tiro de uma arma calibre .50 e pode ser perfurado com uma lança que continuará funcionando por centenas de quilômetros. Seu visual, no entanto, é bem estranho já que o interior do pneu fica à mostra.
O Sportsman traz motorização de 850 cilindradas com 78 cv. A transmissão é a mesma que a do seu primo militar, ou seja, também tem tudo para ser eficiente e durável. O quadriciclo ainda traz suporte para bagagem e controle de aclive. O quadriciclo é vendido por US$ 14.995, cerca de R$ 34 mil.
Sedã grande chega à sua segunda geração para brigar com rivais como Audi A6 e BMW Série 5
A Hyundai finalmente mostrou ao público o novoGenesis. Agora em sua segunda geração, o sedã é um dos representantes da marca no segmento de luxo, competindo com rivais de peso como o Mercedes Classe E, Audi A6 e BMW Série 5.
E porte para isso o Genesis tem. Com visual tradicional, o modelo abriu mão da grade dianteira repartida verticalmente para ficar mais convencional. Além disso, em relação ao Genesis anterior, os faróis dianteiros estão mais clássicos, mais retilíneos. O logo frontal, que é diferente dos demais modelos da Hyundai (menos o doEquus), saiu da grade dianteira e está sobre o capô.
Mas as novidades não param por aí. As luzes traseiras ganharam outro formato e agora estão mais longas a ponto de ir quase do meio do porta-malas até o fim da coluna traseira. O pequeno aerofólio integrado à tampa do porta-malas também ajuda o Genesis a ter uma estética mais esportiva.
Modelo da Triumph vem equipada com motor três cilindros de 799 cc e 95 cv
O modelo de entrada da linha Adventure, da marca inglesaTriumph, acaba de chegar às lojas no Brasil. A Tiger 800, já apresentada ao público no último Salão Duas Rodas, é equipada com um motor de três cilindros de 799 cc e será vendida a R$ 35.900. Para mover seus 210 kg – com tanque cheio – a motocicleta dispõe de 95 cv e torque de 8,06 kgfm. Embora a Tiger 800 tenha uma pegada mais estradeira que a versão XC, o fabricante afirma que as rodas de liga leve de dez raios, com 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, permitem a utilização de pneus variados, inclusive de modelos com perfil off-road (com cravos). O modelo também vem equipado com um sistema ABS que pode ser desligado durante a pilotagem em terrenos complicados. O amortecedor traseiro é ajustável, assim como o guidão e o assento. De série, a Tiger 800 traz um suporte traseiro com alça para o passageiro e um imobilizador com chave codificada, para impedir o roubo com ligação direta.
Provável sucessor do Bravo foi apresentado no Salão de Guangzhou; modelo chega ao mercado chinês em março de 2014
A Fiat revelou no Salão de Guangzhou, na China, o hatch Ottimo, provável sucessor doBravo. O modelo é o segundo veículo produzido pela joint venture da marca italiana com a chinesaGAC no país - o primeiro foi o sedã Viaggio. O Ottimo estreia no mercado chinês no primeiro semestre de 2014, provavelmente em março.
Baseado na plataforma do sedã Viaggio (que inclusive ganhou uma nova versão, também apresentada no evento) o hatch ainda compartilha com seu irmão a mesma motorização, um propulsor 1.4 Turbo que produz de 120 a 150 cv, dependendo da configuração. A transmissão pode ser manual de cinco marchas ou automatizada de dupla embreagem, conforme apurou o siteCarNewsChina. Ainda não foram divulgadas informações oficiais sobre o hatch.
Totalmente projetado em Turin, na Itália, e destinado a um público mais jovem, o Ottimo é a aposta da Fiat para alavancar suas vendas no mercado chinês, já que o sedã Viaggio parece ter agradado menos do que o esperado pela montadora.
Pé no Brasil
O Viaggio e o Ottimo são modelos nascidos após a marca italiana ter assumido a Chrysler. Por isso, os dois são primos do Dodge Dart, sedã pequeno vendido nos Estados Unidos, uma tentativa de criar um produto global que dê escala para as duas montadoras. Graças a isso, o Viaggio e o Ottimo são cotados para chegar ao Brasil para o lugar da dupla Linea e Bravo, que tem desempenho de vendas apagado em nosso mercado. Caso isso se confirme, no entanto, os nomes deverão ser outros, com certeza.
Parente da S10, picape média adota dianteira mais esportiva e chega ao mercado norte-americano com duas opções de motorização
A Chevrolet apresentou para o mercado norte-americano a nova Colorado 2015. Irmã da brasileira S10, a nova geração da picape ganhou traços mais modernos e passou a adotar o novo DNA da marca na dianteira, com traços herdado dos novos Malibu e Impala. O modelo começa a ser vendido nos Estados Unidos em meados de 2014.
Na dianteira, a grade continua dividida, porém, as linhas estão mais retas e os faróis ficaram menores e mais angulados, o que deu certa imponência à frente da picape. Já o desenho da lateral se assemelha muito à nossa S10, embora os pára-lamas sejam mais “quadradões” enquanto a traseira exibe uma tampa lisa, sem vincos e com lanternas simples e retas. No fim, o resultado ficou mais para um brinquedão esportivo para o fim de semana do que uma picape para o trabalho.
Veloster Turbo R-Spec tem com motorização de 203 cv para fazer jus ao visual ousado
A Hyundai mostrou esta semana no Salão de Los Angeles o Veloster Turbo R-Spec, versão com motorização 1.6 turbo de 203 cv e 27 kgfm. O R-Spec apimenta o um modelo que foi criticado no Brasil por trazer um visual bastante arrojado combinado com uma motorização 1.6, que, convenhamos, pode ser o suficiente, mas não faz jus ao design ousado do Veloster.
Mas no Turbo R-Spec a história muda. Com uma exclusiva suspensão e câmbio manual de seis marchas, saída de escapamento dupla e diversos adereços pintados de vermelho, o Veloster finalmente ficou radical. E as modificações vão além no novo carro da Hyundai. Novo sistema de direção, bancos esportivos e acabamento diferenciado com diversos apliques do logo R-Spec fazem parte do pacote.
O Hyundai Veloster Turbo R-Spec é baseado no modelo Turbo, já comercializado no exterior. Em relação ao Turbo, o R-Spec abre mão de itens como chave presencial, repetidor de seta e bancos com aquecimento. Em compensação, o modelo é, nos Estados Unidos, US$ 1.000 mais barato que o Turbo convencional (cerca de R$ 2.300). Por lá, o Veloster Turbo R-Spec é vendido por US$ 22.110, por volta de R$ 50 mil reais.
A produção do Veloster Turbo R-Spec será iniciada ainda este ano, mas o modelo só deve chegar ao mercado norte americano no primeiro bimestre de 2014. Não há informações sobre a possibilidade do R-Spec vir ao Brasil.
Marca japonesa mostra modelo retrô e série de motocicletas elétricas que vão para o evento
A Yamaha antecipou parte das motos que levará ao Salão de Tóquio. O evento, que recebe o público a partir do dia 23 de novembro, terá a presença de 19 modelos da fabricante. Entre eles, destacam-se alguns modelos elétricos e o outros com estilo retrô.
BOLT Café
Baseada no modelo BOLT, que não é vendido no Brasil, o protótipo BOLT Café traz como principal diferencial o design retro. Com motorização em V com 950 cc resfriada a ar, a Café, segundo a Yamaha, mostra aos proprietários do modelo como sua moto pode ficar ao ser customizada.
PES1 e PED1
Conceitos elétricos com propostas distintas. A primeira é uma esportiva para asfalto, enquanto a segunda uma legítima fora-de-estrada. Porém, ambas compartilham a transmissão com modos manual e automático, bateria removível e diversos tipos de dados que interagem com celulares inteligentes.
EVINO
Scooter elétrica, o EVINO é, segundo própria companhia, um veículo que traz todas as funções necessárias para realizar viagens de curta distâncias mantendo o baixo custo. Também possui bateria removível e estilo retrô.
Protótipo mostrado no Salão de Tóquio tem motor elétrico com torque assombroso e pode ser recarregado em uma hora
A Yamaha, famosa pelas motocicletas, agora resolveu fazer um automóvel. A montadora japonesa, com auxílio do renomado ex-projetista da Fórmula 1 Gordon Murray, apresentou nesta quinta-feira (21) no Salão de Tóquio, no Japão, o conceito “Motiv.e”, um carrinho elétrico de última geração.
O porte do protótipo é quase o mesmo do Smart Fortwo, com 2,69 metros de comprimento, 1,47 m de largura e capacidade para levar dois ocupantes. Ele também é muito leve: pesa apenas 730 kg (vazio). E adivinha qual é seu concorrente?
A Yamaha, que já projetou outros carros que não foram adiante, desta vez está confiante e diz que a chance de produzir o modelo é grande. Em nota do site inglês Autocar, Gordon Murray contou que o Motiv.e, se de fato for fabricado, terá preço comparável ao do Smart na Europa, que começa em € 9.500 (cerca de R$ 29.900, sem contar taxas). Já o volume de produção planejado é de 200 mil unidades por ano. A meta é lançá-lo em 2016.
O Motiv.e foi apresentado no Salão de Tóquio com motor elétrico de 33 cv e assombrosos 97 kgfm de torque - cerca de 10 vezes o que tem um Uno Mille. Esse número é alto devido as características dos motores elétricos, que já contam com praticamente toda força em giros baixos. O protótipo testado acelerou do 0 aos 100 km/h em 15 segundos e alcançou a velocidade máxima de 105 km/h, conforme dados da Yamaha.
Opinião do presidente da Abimaq, que representa fabricantes de máquinas e equipamentos, é compartilhada por outros setores; abertura econômica chinesa deve drenar investimentos
Na última semana, a China deu mais um passo na trajetória de distensão iniciada há 35 anos, com o líder político Deng Xiaoping. Após dias de reunião, o Partido Comunista, que comanda o país,anunciou uma série de medidas que incluem uma maior flexibilização da economia e prometeu abrir as portas do mercado financeiro do gigante asiático para empresas privadas.
O sistema financeiro aberto tem sido visto como a porta de entrada para um aumento do capital estrangeiro no país. A China, que já é o principal destino dos investimentos estrangeiros, deverá reforçar ainda mais sua liderança se, de fato, essa distensão acontecer.
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Não é a primeira vez que a China anuncia flexibilização econômica
A relação entre Brasil e China não é exatamente uma lua de mel – são 23 investigações de defesa comercial contra o país oriental em curso, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Mesmo assim, para quem vende para a China, a reforma é uma boa notícia. Sorte dos produtores brasileiros de alimentos e commodities, que têm o país como um dos principais parceiros comerciais. No entanto, para quem está na indústria, a notícia não é das melhores.
Na Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o assunto ainda não está em avaliação intensa. Luiz Aubert, que preside a associação, prentende colocar o tema em pauta depois de a reforma ser definitivamente aprovada. “Tenho de cuidar do aqui e agora – o que já não é fácil. Se eu ficar tentando administrar esse futuro eu infarto”, brinca.
Pudera. Nos últimos anos, a China se consolidou na posição de maior ameaça para a indústria nacional de máquinas e equipamentos – e também para a têxtil, para a siderúrgica, para a de brinquedos e outras tantas. Aubert diz não ter dúvidas de que os investimentos internacionais no setor produtivo deverão migrar para o país asiático e, consequentemente, empoderar ainda mais a economia daquele país.
Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), acha cedo para disparar o pânico do mercado – que já lamenta bastante a invasão dos produtos chineses. Como os chineses são tidos como grandes planejadores de longo prazo – a abertura do país acontece há mais de 30 anos –, Pimentel avalia que o peso dessa abertura só virá no longo prazo. “A China é um paquiderme que se move devagar. Qualquer reforma é uma reforma de longo prazo”, diz.
O presidente da Abit prefere não vê no curto prazo motivo de apreensão com o crescimento chinês e considera que “o Brasil deve se preocupar mais consigo mesmo”. “A China depositou 5 mil pedidos de patente no ano passado, contra quase 200 nossas”, diz.
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Jato Legacy 650 entregue a Jackie Chan, embaixador da marca Embraer: unidade será a primeira produzida lá
Tecnologia e inovação
A China leva vantagem em relação ao Brasil em duas frentes: inovação e tecnologia, avalia o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luís Afonso Lima: “Começam a ter a competência de seus vizinhos asiáticos, como o Japão e a Coreia do Sul. A tendência é logo superarem esse patamar."
Para Lima, não se trata de uma nova ameaça, mas de uma concorrência ainda mais pesada. “A maior parte dos investimentos que chegaram até a China visa exportação, agora haverá maior dedicação para o atendimento da demanda interna”, diz. “Eles vão ficar ainda mais atraentes para o investimento externo.”
O que alivia esse receio geral, segundo Lima, é a dificuldade em fechar negócios com a China – não só pela dificuldade com o empresariado, mas também com a instabilidade local. “Não é tão fácil assim investir na China. A questão regulatória é ainda mais instável que aqui no Brasil”, explica.
Vale lembrar que persistem as regras para empresas estrangeiras, que precisam se juntar com locais para implantar seus negócios – transferindo conhecimento e tecnologia. Para se instalar na China e usufruir das vantagens operacionais, a Embraer Aviação Executiva precisou se juntar em uma joint venture com a China Aviation Industry Corporation II para criar a Harbin Embraer Aircraft Industry Co. Ltd. – compartilhando, assim, boa parte da sua experiência.
Agregar valor ao continente
A abertura econõmica vem porque chegou a hora de a China começar a agregar valor, inovação e tecnologia aos seus produtos. Atualmente, a educação é um dos investimentos centrais do país, que forma um milhão de engenheiros por ano. “É fundamental para eles neste momento que as exportações chinesas deixem de ser vistas como algo de baixo valor e baixa qualidade. Precisarão conquistar a confiança do mundo”, diz Alexandre Uehara, diretor acadêmico das Faculdades Rio Branco e especialista em Ásia.
O diferencial está na forma como o país oriental vem administrando sua estrutura interna. Uehara diz que aquele velho modelo de larga produção com mão de obra barata está ficando para trás. “Eles já estão perdendo esse mercado para o sudeste asiático.” E mesmo assim, ainda são 10 milhões de vagas de emprego geradas anualmente.
Embora já viesse concorrendo com as empresas nacionais em alguns setores chave como a siderurgia e a indústria têxtil, o Brasil ainda tinha o trunfo da qualidade guardado na manga. Se a China for bem sucedida em sua missão interna, esse trunfo poderá acabar. “Eles estão subindo um patamar e a massa de profissionais capacitados é crescente”, afirma.
A velha reclamação da carga tributária no Brasil se enquadra perfeitamente esse cenário competitivo. A reforma tributária prevista pelo gigante asiático impõe uma carga de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) da China – metade do que opera no Brasil. Uehara destaca, no entanto, que esse diferencial não é preciso entrar em pânico. “A tendência é custo de produção se elevar e a carga tributária também. O governo chinês já sabe disso e sabe que isso também ameaça a competitividade deles.”
Novos iPhones começam a ser vendidos no Brasil com preços de até R$ 3.600
Conheça os principais rivais dos aparelhos da Apple
Os novos iPhones 5S e 5C começaram a ser vendidos no Brasil à meia-noite desta sexta-feira (22). Os aparelhos estão disponíveis nas lojas das principais operadoras do País e também em alguns revendedores de produtos da Apple.
Gabriela Bilo/Futura Press
Cliente exibe novo iPhone 5S em loja no shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo
Como costuma ocorrer com produtos da Apple, os novos iPhones chegam ao Brasil com preços altos quando comparados aos preços de outros países, principalmente dos Estados Unidos.
O iPhone 5C (versão mais básica do aparelho) é vendido desbloqueado por R$ 1.999 (versão de 16 GB). Nos Estados Unidos, o mesmo aparelho custa US$ 550 (cerca de R$ 1.300).
O iPhone 5S desbloqueado está sendo vendido no Brasil por preços entre R$ 2.799 (versão de 16 GB) e R$ 3.599 (versão com 64 GB). Nos Estados Unidos, esses modelos custam respectivamente R$ 1.500 e R$ 2.000. Dependendo da operadora e do plano, é possível adquirir os aparelhos por preços mais baixos.
Os aparelhos
O iPhone 5C é, basicamente, um iPhone 5 com traseira de plástico no lugar da traseira de metal e vidro. O aparelho tem o mesmo chip A6 do iPhone 5 e tela com as mesmas a 4 polegadas. A câmera é de 8 megapixels com flash do tipo LED e gravação de vídeo em qualidade Full HD. Assim como o iPhone 5S, o 5C é compatível com redes 4G do Brasil.
Já o iPhone 5S é uma versão aprimorada do iPhone 5. As principais novidades do aparelho são um chip mais poderoso (A7), um chip extra para sensores de movimento e um leitor de digitais. O leitor permite que o usuário acesse o iPhone sem precisar digitar a senha. Por fora, o iPhone 5S é idêntico ao iPhone 5 e tem o mesmo tamanho de tela, 4 polegadas.
Concorrência
Diferentemente do que ocorreu com os primeiros iPhones, os novos modelos chegam a um mercado com forte concorrência. Samsung, LG, Sony, Motorola e outros fabricantes têm celulares com Android tão ou mais sofisticados do que os aparelhos da Apple. Outro fabricante muito tradicional, a Nokia tem trazido aparelhos cada vez melhores com Windows Phone.
Pesquisadores descobrem por que a maconha provoca perda de memória
Estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais da droga podem ser eliminados com o uso de um anti-infamatório não esteroide, que é um tipo de analgésico
Maconha para uso medicinal é vendida em Los Angeles
Pesquisadores conseguiram acabar com o longo mistério que envolvia o motivo da perda de memória e da dificuldade de aprendizado ao fumar maconha. Agora se sabe que a razão destes efeitos colaterais está no desencadeado aumento de uma enzima. O estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais podem ser eliminados ao inibir o acréscimo desta enzima com o uso de um anti-infamatório não esteróide,que é um tipo de analgésico.
No estudo, a equipe de pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, descobriu que o ingrediente ativo da maconha, o tetraidrocanabinol, aumentou os níveis da enzima COX-2 em região do cérebro de camundongos ligada à memória e ao aprendizado.
A maconha é usada há anos no tratamento de dores crônicas, esclerose múltipla, câncer, náuseas, anorexia e doenças neurodegenerativas, aliviando a dor e aumentando o apetite de pacientes. Os pesquisadores afirmam no estudo que, embora a droga sejam indicados para estes tratamentos, os efeitos colaterais neurofisiológicos e cognitivos têm limitado seu uso medicinal.