Mais de 100 especialistas de 19 países vão estar em Portugal para trocar experiências sobre as novas técnicas utilizadas no estudo dos componentes da urina, o que permite obter informações acerca do paciente de uma forma não invasiva.A 1.ª Conferência Internacional UrineOmics, que se realiza entre segunda e quarta-feira, na Caparica, em Almada, vai debater o estudo de "toda a informação que o conteúdo proteico da urina de uma pessoa pode dar em termos da sua vitalidade e saúde", numa abordagem abrangente de várias áreas de ciência.
"A ciência proteómica já evoluiu para ser considerada uma área própria que se alimenta da bioquímica, química, biologia fisiologia ou medicina", explicou à agência Lusa José-Luis Capelo-Martínez, da organização do encontro.
O investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, avançou que os especialistas vêm de países europeus, mas também da Austrália, Japão, EUA, África Sul, Brasil, Chile, Argentina ou Canadá.
"Praticamente todos estão a trabalhar em investigação relacionada com a biomedicina em hospitais, o que reflecte a importância que esta área tem para a sociedade", salientou.
José-Luis Capelo-Martínez disse que, "através das características da urina, é possível ter ideia da situação da saúde do utente, por exemplo, do estado do rim", e a vantagem desta amostra é que "não é invasiva".
A tecnologia utilizada pela proteómica tem evoluído muito nos últimos anos, o que permite, com as mesmas análises, obter mais informação acerca da pessoa em causa, acrescentou.
"Estávamos no momento, a nível internacional, de fazer uma primeira reunião de todos os especialistas que trabalham nesta área para começar a fixar normas de trabalho e a apresentar as inovações", segundo o organizador do evento.
Esta é uma das iniciativas internacionais do grupo de especialistas desta área da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa que também têm o objectivo de divulgar o trabalho científico realizado em Portugal.
Em Janeiro, vai ter lugar um congresso sobre nanopartículas e nanotecnologia, encontro já com 300 participantes confirmados, o que ultrapassou as expectativas dos organizadores.
"A investigação científica tem de ser voltada para os resultados práticos que possam ser vendidos ou exportados e são realizadas várias iniciativas" para a dar a conhecer.
Os investigadores deste grupo desenvolvem projectos sobre a hemodiálise, estudam os processos que levam o rim a deixar de funcionar e tentam encontrar formas de melhorar a qualidade de vida dos doentes renais.
Lusa/SOL
"A ciência proteómica já evoluiu para ser considerada uma área própria que se alimenta da bioquímica, química, biologia fisiologia ou medicina", explicou à agência Lusa José-Luis Capelo-Martínez, da organização do encontro.
O investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, avançou que os especialistas vêm de países europeus, mas também da Austrália, Japão, EUA, África Sul, Brasil, Chile, Argentina ou Canadá.
"Praticamente todos estão a trabalhar em investigação relacionada com a biomedicina em hospitais, o que reflecte a importância que esta área tem para a sociedade", salientou.
José-Luis Capelo-Martínez disse que, "através das características da urina, é possível ter ideia da situação da saúde do utente, por exemplo, do estado do rim", e a vantagem desta amostra é que "não é invasiva".
A tecnologia utilizada pela proteómica tem evoluído muito nos últimos anos, o que permite, com as mesmas análises, obter mais informação acerca da pessoa em causa, acrescentou.
"Estávamos no momento, a nível internacional, de fazer uma primeira reunião de todos os especialistas que trabalham nesta área para começar a fixar normas de trabalho e a apresentar as inovações", segundo o organizador do evento.
Esta é uma das iniciativas internacionais do grupo de especialistas desta área da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa que também têm o objectivo de divulgar o trabalho científico realizado em Portugal.
Em Janeiro, vai ter lugar um congresso sobre nanopartículas e nanotecnologia, encontro já com 300 participantes confirmados, o que ultrapassou as expectativas dos organizadores.
"A investigação científica tem de ser voltada para os resultados práticos que possam ser vendidos ou exportados e são realizadas várias iniciativas" para a dar a conhecer.
Os investigadores deste grupo desenvolvem projectos sobre a hemodiálise, estudam os processos que levam o rim a deixar de funcionar e tentam encontrar formas de melhorar a qualidade de vida dos doentes renais.
Lusa/SOL

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