Categoria : Musas do Esporte
Ex-cheerleader aposta no jornalismo e vira sensação nos EUA
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Crédito da imagem: Reprodução/Site oficial
Mostrar que está longe de ser apenas mais um rostinho bonito na TV. Assim tem sido a vida de Lauren Gardner ao longo dos últimos tempos. Conhecida durante dois anos como cheerleader (líder de torcida) do Denver Broncos, time de futebol americano, a ruiva decidiu abrir mão daquilo que muitas garotas consideram um sonho e mudou completamente o foco de sua vida, largando os pompons para se tornar uma das repórteres mais conhecidas dos Estados Unidos.
Hoje repórter da CBS Sports de Nova York e escalada para a cobertura do Aberto dos EUA, que já está em andamento, a ruiva de 27 anos arrebata os corações dos telespectadores, principalmente por ainda ser solteira, e virou uma espécie de celebridade no estado do Colorado por conta da beleza. Mas nem sempre as coisas foram fáceis e o caminho até a estabilidade profissional levou um bom tempo.
O começo da reviravolta na carreira da bela ruiva aconteceu em 2009. Já cansada de ser líder de torcida, ela apostou todas as fichas em uma oportunidade que teve para ser repórter durante o draf dos Broncos daquele ano e o resultado foi imediato. Talentosa, mesmo sem nunca ter contato com o jornalismo, ela fez bonito e conseguiu “bicos” em redes como a CBS e Comcast.
Como não poderia deixar de ser, a ascensão imediata também trouxe críticas e Gardner passou a ser vista como uma pessoa que só subiu na profissão por conta da beleza e não pelo talento, o que se agravou quando os críticos descobriram que ela era formada em ciências politicas. Mas a ruiva não se abalou com os questionamentos e seguiu em frente.
Em 2012, depois de um período sem conseguir se fixar em nenhuma empresa, Gardner fechou contrato com a MTV para cobrir o Lingerie Football League, futebol americano disputado apenas por mulheres vestidas roupas íntimas. Destaque durante as partidas, muito por conta do jeito extrovertido, a ruiva chamou atenção de diversos veículos. Pouco tempo depois, ela acertou a mudança para Nova York, onde assinou com a CBS.
Nascida em Westminster, no Colorado, a bela ruiva desde cedo teve contato com esportes. Durante o período no colégio, Gardner foi capitã do time de softball e chegou a ser apontada como uma das revelações da modalidade. No entanto, a vida de atleta ficou para trás quando ela entrou para a equipe de dança da escola, o que a incentivou a se tornar uma cheerleader em 2004. Três anos depois, a gata se juntou aos Broncos e, logo em sua primeira temporada, ganhou o título de melhor novata.
Uma curiosidade de Gardner é o número de atividades que ela domina. Como se não bastasse saber dançar, reportar e jogar softball, a ruiva também dedica tempo a pilotar aviões. Apaixonada desde cedo pelas alturas, a repórter recentemente concluiu um curso de aviação e, sempre que pode, se arrisca pelos ares.
Modelo que virou triatleta para perder peso pedala pelo mundo em programa de TV
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Silvia Ribeiro se formou em odontologia, mas sua carreira rumou para longe disso: ela virou modelo e, quando ouviu um pedido para perder um pouco de peso, acabou descobrindo o triatlo. Hoje, já competiu até no Iron Man Arquivo Pessoal
Aos 24 anos, a carioca Silvia Ribeiro era apenas mais um belo rosto buscando seu espaço na odontologia. Mas os rumos de sua vida mudaram rapidamente para ela. Um olheiro a surpreendeu e deu o pontapé inicial para uma tardia carreira de modelo, que por sua vez a fez descobrir outro talento tão diferente quanto: no triatlo. Agora, a junção destes dois rumos a levaram à TV, como apresentadora de um programa de esporte e turismo.
Silvia hoje se diz mais triatleta que modelo. Já fez todas as distâncias, incluindo o temido Iron Man, e diz que o meio Iron Man – 1,9 km de natação, 90 km de bike e 21 km de corrida – é a sua prova preferida. Mas nem sempre foi assim.

Ainda jovem, a brasileira praticou vôlei por muitos anos. Com seu 1,80 m, jogava no meio de rede, e mostrava talento. Mas teve de decidir pelo esporte ou por tentar uma carreira universitária.
Silvia cursou a USP e bem mais tarde, aos 24 anos, um dia se pegou sendo questionada por um dito olheiro, em pleno ônibus. “Você deveria tentar a carreira de modelo”, disse ele, que ouviu. “Mas estou um pouco velha, tenho 24 anos”, respondeu Silvia. O olheiro alegou que ela não aparentava, como acontece até hoje – sua idade, por sinal, ela prefere esconder, para que não impeça alguns trabalhos de modelo.
“Achei meio estranho, era época daquele caso do Maníaco do Parque. Mas peguei o cartão, pesquisei e vi que era uma pessoa séria. De cara eu fiz teste em grandes agências e foi uma surpresa, aprovada de primeiro”, conta a modelo, que viu sua vida se transformar, incluindo uma mudança para se mudar para os Estados Unidos e uma série ininterrupta de viagens a trabalho.
Como se sabe, para desfilar e fotografar é preciso ter um perfil muito restrito. A bela não fugiu disso: teve de perder peso. E seria um tormento, achava ela. É que durante toda a infância, Silvia ouvia do pai, um maratonista: “Vem filha, vem correr comigo”. E odiava, mesmo na preparação física do vôlei. Desta vez, no entanto, tudo mudou.
“Eu precisava perder um pouco de peso, um pouco de músculo. Então comecei a fazer treinos específicos, spinning e corrida. Passei a conhecer alguns triatletas e nas viagens comecei a correr e pedalar. Com o tempo, comecei a conciliar as carreiras”, conta ela. “Eu deixei a odonto para trás, conheci novas culturas, países e a entender melhor que eu podia escolher outras coisas que me fariam feliz. Eu então me dediquei muito para o triatlo, muito mesmo, e hoje já fiz tudo, do Sprint ao Iron Man.”

É curioso como suas profissões acabam se interligando. Silvia, agora, terá um novo passo nessa direção, apresentando um programa de TV, no canal pago OFF. Ela já começou a gravação de uma série de 12 episódios em que pedala mundo afora, com previsão de ir ao ar em 2014.
“No programa eu apareço pedalando em estradas maravilhosas. Gravamos na Califórnia, na estrada que costeia o trecho de São Francisco a Los Angeles. Também filmei na Itália, nos Alpes suíços e vamos mostrar o Brasil”, detalha.
“O quero mostrar é que o ciclismo é um estilo de vida. Hoje não temos estradas apropriadas e segurança, já perdi amigos atropelados… Mas quero mostrar o lado bonito do ciclismo”, acrescenta ela. “O esporte te deixa viciado.”
O vício, por sinal, faz com que ela praticamente nunca durma depois das 22h. Não por preguiça, mas por cansaço. Os treinos diários, que começam às 5h30 da manhã, incluem sessões exaustivas de natação, ciclismo e corrida. Para uma modalidade de pura resistência, a dor é companheira.
“Lógico que não comecei a treinar e parti para um Iron Man. Eu tive de construir um preparo físico para chegar lá. É um esporte ‘chato’, porque você se esforça muito e não vê retorno. É aí que entra a mente. Se você quer muito uma coisa, vai lá e faz. Esporte é isso, e o final é muito prazeroso. Sempre me apoio no sentido de que a dor é temporária, que a recompensa é muito maior”, conclui.
*Por Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo
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Musa espanhola do nado sincronizado deixa seio escapar, mas leva sete medalhas no Mundial
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Crédito: EFE/Alejandro García
Ona Carbonell Balestero nasceu, há 24 anos, em Barcelona, na Espanha. E foi exatamente lá que, na última semana, ela faturou sete medalhas no nado sincronizado no Mundial de Esportes Aquáticos e levou a torcida de sua cidade natal à loucura.
Ela não levou ouro, mas suas três pratas (rotina técnica por equipe, rotina livre por equipe e rotina combinada por equipe) e seus quatro bronzes (rotina técnica de dueto, rotina técnica solo, rotina livre individual e rotina livre em dueto) já a colocam como principal destaque da Espanha no Mundial que hospeda. Até o momento, o país levou oito medalhas – sete com ela.
“Obrigado a todos pela torcida e obrigado Barcelona por este Mundial. Muito emocionada”, escreveu ela em seu perfil no Facebook após a competição.
O sucesso de Ona já era esperado: em Londres-2012 ela conquistou duas medalhas – uma prata no dueto e um bronze por equipe. em Mundiais, ela já havia conquistado outras nove medalhas. Em Campeonatos europeus, foram 3 ouros até hoje.
Só que outra razão também levou à loucura os torcedores no Palau St Jordi, ginásio em que o Mundial ocorre na Catalunha. Ona foi uma das atletas que deixou o seio à mostra sem querer durante uma de suas rotinas na água.
Isso é muito comum em provas de nado sincronizado e partidas de pólo aquático, mas sempre chama a atenção, é claro.
Um dos motivos pelos quais a bela Ona é tão habilidosa embaixo d’água é que ela não começou sua carreira esportiva no nado sincronizado, e sim na ginástica rítmica. Aos 14 anos ela já estava na seleção espanhola de nado.
“A perfeição é uma utopia com que só sonha quem trabalha com constância e ambição de dar seu máximo. Esse é meu objetivo, crescer como esportistas e como pessoa. Ganhar a prata em Londres foi o maior momento de minha carreira e sempre me acompanhará na vida”, escreve ela em sue site oficial para se definir.
Com apenas 24 anos, é muito provável que seu “sonho utópico” possa se torne realidade nas próximas Olimpíadas, no Rio de Janeiro. Os brasileiros, provavelmente, terão o prazer de ver a musa do nado sincronizado em seu auge nas piscinas cariocas.
Fanática pelo Dortmund, alemã que ganhou beijo de adversária vira musa do boxe
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Crédito da imagem: Reprodução/Twitter
Quem encontrava Christina Hammer pelas ruas da Alemanha dificilmente acreditaria que a jovem se tornaria uma das principais boxeadoras do cenário mundial. Com olhos claros e corpo “sarado”, a garota que antes chamava atenção só pela beleza, hoje é um dos destaques da modalidade e virou destaque no esporte alemão por um motivo “diferente”.
Aos 22 anos, Christina se tornou conhecida por ter recebido um beijo na boca da adversária sueca Mikaela Laurenna pesagem para o combate que venceu por decisão unânime no último sábado, situação semelhante a de Anderson Silva com Chris Weidman antes do UFC 162.
No entanto, não é só de “selinho” que vive a alemã. Boxeadora desde os 15 anos, ela ainda não foi derrotada por ninguém desde que entrou para o esporte profissional, além de ser dona dos títulos dos pesos médios e supermédios da Organização Mundial de Boxe.
“Comecei no boxe com 15 anos, quase que por brincadeira. Na época fui com algumas pessoas da minha família para o boxe e achei legal. Fiquei, e quando percebi, já estava no ringue. Fiquei invicta por 22 lutas no amador, e até mesmo consegui o título amador alemão em 2008. Esse sucesso e o apoio do público fizeram eu me profissionalizar”, conta em entrevista em seu site oficial.
Ainda sem ter se acostumado com a fama repentina, Christina se tornou tópico frequente entre os homens alemães e alvo de diversos tipos de “cantadas”. Mas se engana quem pensa que conquistar a boxeadora pode ser uma tarefa fácil. Mesmo solteira, a bela jovem coloca a profissão em primeiro plano e ainda não pensa em namoro.
“Ainda estou solteira porque o boxe está em primeiro lugar. Tenho que me concentrar no treinamento para realizar este grande passo. Mas quem sabe o que o futuro me reserva?”, afirma.
Apesar da agenda cheia, Christina também busca uma vida normal e sempre que pode acompanha sua outra grande paixão: o futebol. Torcedora fanática do Borussia Dortmund ela abusa das fotos com artigos da equipe e até mesmo esteve presente na final da Liga dos Campeões, quando viu seu time cair diante do Bayern de Munique, em Londres.
Famosa por striptease, filha de Caniggia gera debate por plásticas aos 20 anos
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Charlotte Chantal Caniggia está no centro de um debate na Argentina sobre os limites da cirurgia plástica. Aos 20 anos, a filha do lendário jogador Cláudio Caniggia tem gerado polêmica devido à grande quantidade de procedimentos que já se submeteu apesar da pouca idade.
Caniggia é um dos grandes carrascos da história da seleção brasileira, após marcar o gol da eliminação do Brasil nas oitavas de final na Copa de 1990, na Itália, depois de receber passe de Maradona. A Argentina chegou até a decisão do torneio, mas acabou derrotada pela Alemanha.
Fruto da relação de Caniggia com a modelo Mariana Nannis, Charlotte já realizou lipoaspiração, fez cirurgia plástica no nariz e na boca, além de colocar implantes de silicone nos seios.
Acostumada a registrar as mudanças físicas em sua conta nas redes sociais, Charlotte passou alguns dias ‘sumida’ na web, o que gerou rumores de que suas cirurgias não tivessem ocorrido com sucesso.
“O que a imprensa inventou, estou desmentindo. Fiquei divina, toda uma Barbie. Para mim, o dr. Alberto Ferriols é o melhor, não o troco por nada neste mundo. A única razão que me mantive longe dos perfis é porque estou me recuperando da cirurgia”, escreveu Charlotte.
A filha de Caniggia ficou famosa na Argentina por participar de um reality show e de um programa de televisão em que fazia striptease. Também realizou alguns trabalhos como modelo e posou para revistas masculina espanholas.
Confira abaixo o desempenho de Charlotte na ‘dança’:
Cheerleader vira empresária da moda e faz negócios com a NBA
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Ela fez carreira como líder de torcida no futebol americano e na NBA, mas decidiu mudar de ares. A norte-americana Tiffany Pearl virou empresária do ramo da moda e fechou negócio com a maior liga de basquete do mundo para lançar uma linha de produtos exclusivos para mulheres.
Tiffany, que foi capitã das líderes de torcida do Miami Dolphins (time de futebol americano) de 2005 a 2010 e dançou pelo Orlando Magic (equipe da NBA) em 2012 e 2013, agora decidiu ingressar nesta nova área com a empresa Miss Fanatic.
“Sempre fui uma amante da moda e, ao mesmo tempo, amante de esportes”, justificou a ex-cheerleader para o site ESPN.com. “Olhei em volta e vi que havia um vazio em moda, roupas bem ajustadas para as mulheres e eu vim com esse conceito”.
Tiffany Pearl explicou que a transição para o mundo da moda ocorreu de forma lenta e gradual, e foi iniciada quando ela ainda era chefe das cheerleaders do Dolphins.
“Quando eu estava trabalhando para o Dolphins, eu também cursava arte e design na Universidade Internacional de Miami. Eu comecei a fazer roupas para os amigos e desfiles de moda. As pessoas ficaram loucas. Então eu comecei a criar para o calendário do Dolphins. As pessoas quiseram comprar, e foi aí que começou”.
Tiffany revelou também ter algo em comum com o Brasil. A empresária disse adorar os biquínis utilizados pelas mulheres brasileiras, apesar de admitir que estes modelos possuem alguma rejeição entre as norte-americanas.
“Sendo de Miami, eu adoro o estilo do biquíni brasileiro, mas eu percebi que nem todas as mulheres querem apelar para este estilo. Nós não somos apenas garotas de Miami. Temos que vender para Iowa, Texas e Oregon”.
Sempre agarrada a Ronda, amiga segue passos da campeã com vitórias e chaves de braço
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Ronda Rousey balançou o mundo do MMA com as vitórias arrasadoras que a levaram rapidamente a ser a primeira lutadora do UFC e a primeira campeã do evento. E ela não está sozinha: uma “clone” da musa está para despontar. Ela é Marina Shafir, melhor amiga de Ronda – que tem o detalhe de competir com a companheira de treinos em outro quesito, a beleza.
A proximidade de Ronda e Marina é facilmente notada nas redes sociais: a quantidade de fotos de ambas abraçadas, trocando carinhos e simplesmente passeando juntas é enorme. A dupla divide lar e a rotina de treinos há anos, desde que competiam apenas no judô. Nascida na Moldova, a morena é considerada “protegida” da campeã do UFC, que a ajuda passo a passo a chegar ao topo do MMA.
Atualmente, ela está invicta como amadora, com um cartel que só compete com o de Ronda: são três vitórias, todas no primeiro round e todas com finalização por chave de braço. No total, cerca de quatro minutos apenas em ação para triunfar as três vezes. E a bela deve se profissionalizar em breve.
Marina Shafir tem 25 anos e começou sua carreira como lutadora no judô. Mas, diferentemente de Ronda Rousey, que foi bronze nas Olimpíadas de Pequim, ela não teve sucesso e preferiu mudar de ares, apostando no MMA. A morte de seu pai, que trabalhava com ela em seu condicionamento físico, ajudou na mudança, em busca de algo mais agressivo. “Perder o meu pai foi o gatilho que precisava para começar no MMA. Acho que sempre tive isso em mim”, disse ela, ao Yahoo.
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Ela se mudou para a California em 2012, a convite de Ronda, mas já conhecia a lutadora há anos. Uma das primeiras “conversas” entre elas foi estranha, em uma van que as levava para competir no judô. “Eu estava de fone de ouvido e ela me cutucou”, relembra Ronda. “Eu tirei e ela disse: ‘Isso é Rage Against the Machine, não é?’. Eu olhei e falei: ‘você me fez parar de ouvir Rage para dizer que estou escutando Rage?!’”. Safir então explicou que estava apenas puxando papo e acabou conquistando uma amiga inseparável.
“Eu vivo com Ronda e é uma grande experiência”, diz a lutadora de Moldova, ao BJPenn.com, sobre o aprendizado que tem com a musa. “Eu a vejo perder pequenas batalhas para poder ganhar a guerra lá na frente.”
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Ronda e Marina ajudam uma à outra: treinam juntas, fazem companhia em eventos, cuidam de um cachorro e, claro, na hora de festejar sempre estão grudadas.
Mas o rápido sucesso da jovem não atraiu só atenção, mas também algumas críticas. Para quem diz que ela está “surfando na onda” de Ronda Rousey, ela tem uma resposta pronta: “Sou eu quem entra na jaula. Ela não pode entrar por mim”, diz a lutadora.
Por sorte, a competição entre as duas fica apenas na beleza e nas pequenas desavenças do dia a dia de se morar em dupla. No MMA, elas esperam dominar categorias distintas: Ronda é campeã peso galo, e Marina luta no pena (categoria da brasileira Cris Cyborg). O UFC não tem esta categoria, mas isso não as desanima. “Vejo Marina sendo campeã do Invicta FC. Ela vai dominar esta organização”, promete Ronda.
Se depender de Marina, será a chance de calar a arquirrival de Ronda: “Eu me vejo lutando com Cris. E me vejo batendo nela. Não tenho medo algum”.
Repórter-musa fala “sexo” no ar por engano e acaba demitida da TV
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Crédito da imagem: Reprodução/Facebook
“Eles tiveram uma quantidade tremenda de sexo durante a temporada”. Essa foi a frase que se tornou um viral na internet e custou o emprego da repórter Susannah Collins na TV norte-americana. Na última semana, bela jornalista errou feio durante uma entrada ao vivo em rede nacional e acabou demitida do canal CSN Chicago.
Pouco antes da partida entre Chicago Blackhawks e Minnesota Wild, pelos playoffs da NHL (liga norte-americana de hóquei), a Susannah foi chamada ao vivo pelo narrador do jogo para falar sobre as expectativas do time local na reta final do torneio. Sem titubear e com grande desenvoltura, a repórter comentou a situação da equipe e soltou a palavra sexo.
Susannah notou a “escorregada”, se corrigiu imediatamente e explicou que a franquia teve “um tremendo sucesso ao longo da temporada regular”. No entanto, a correção nada adiantou e o vídeo virou um verdadeiro hit no YouTube, deixando a jovem em péssima situação com os chefes.
Na última quinta-feira, a CSN Chicago divulgou um comunicado anunciando que a jornalista havia sido desligada do canal.
“Gostaria de agradecer toda a contribuição de Susannah ao nosso canal ao longo do último ano e desejamos o melhor para ela nos projetos futuros”, dizia a nota assinada pelo presidente do veículo, Phil Bedella.
Contratada em setembro de 2012, a jovem ficou no canal menos de um ano. Fato curioso, é que ela sempre foi marcada pelo estilo mais “engraçadinha” e até então vista como uma das revelações no jornalismo de Illinois. Antes de entrar para a CSN, Susannah era apresentadora da série de internet Sports Nutz, que contava com situações engraçadas e bizarras do esporte. Ela também apresentou programas como Inside the NFL e Inside Nascar.
Formada na Universidade de Illinois, a jornalista passou cinco anos trabalhando e morando em Nova York. Fanática pelas equipes de Chicago, a repórter não pensou duas vezes antes de aceitar o convite de um amigo para retornar à cidade natal. Resta saber qual será o próximo canal a bancar Susannah após a gafe.
VEJA A “ESCORREGADA” DA REPÓRTER
Com Arianny Celeste e campeãs olímpicas, revista lista as 100 mais sexy do ano
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Dupla do UFC Brittney Palmer e Arianny Celeste entraram na lista da revista
Crédito: Divulgação/FHM
A revista masculina britânica FHM listou as 100 mulheres mais sexy de 2013, com a presença de sete celebridades do esporte, entre elas as famosas ring girls Arianny Celeste e Brittney Palmer. Compõe o seleto grupo também três jornalistas esportivas e duas atletas.
As britânicas Jessica Ennis, campeã olímpica no heptatlo em Londres-2012, e a ciclista Laura Trott, que faturou duas medalhas de ouro também na última edição dos Jogos Olímpicos, compõem a ala esportista da lista.
O canal de Tv Sky Sports emplacou duas de suas apresentadoras no Top 100, as londrinas Olivia Godfrey e Millie Clode. A também jornalista esportiva Charlotte Webster foi outra que apareceu na lista, em 43º lugar.
Confira as beldades do esporte presentes na lista:
Sucessora de Sabatini preserva glamour mesmo grávida de meia argentino
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Depois de Gabriela Sabatini, ícone da beleza no esporte entre as décadas de 1980 e 1990, a Argentina nunca teve uma tenista tão glamorosa quanto Gisela Dulko. Aposentada no ano passado aos 27 anos, a loira passou a se dedicar somente à gravidez de seu filho com o jogador de futebol Fernando Gago, do Vélez Sarsfield.
Apesar de aposentada e grávida de sete meses, Dulko não deixou a vaidade de lado. A ex-tenista mostrou que sabe valorizar a beleza da mulher gestante nas fotos publicadas recentemente em seus perfis nas redes sociais.
Uma das imagens foi postada no começo do mês, em que Dulko posa de vestido segurando a barriga, orgulhosa: “Meu mini Gago”. Em janeiro, ainda aos quatro meses de gestação, ela divulgou uma foto sua usando o calção de jogo do marido e ganhou elogios de sua parceira inseparável nas quadras, a italiana Flavia Pennetta: “Minha gordinha lindíssima”.
Ao lado de Pennetta, Dulko chegou ao título do Aberto da Austrália e se tornou número 1 do mundo da WTA nas duplas. Sua carreira em simples foi bem menos vitoriosa que a da antecessora Sabatini, e o seu auge foi quando ocupou a 26ª posição do ranking em 2005.
Em novembro de 2012, pouco mais de um ano depois de seu maior título, Dulko decidiu largar o tênis para se dedicar à vida pessoal, e logo em seguida explicou em entrevista a uma TV argentina que estava esperando um filho de Fernando Gago.
Os dois se casaram em julho de 2011, após dois anos de noivado. Antes de conhecer o boleiro argentino, Dulko teve três namorados tenistas: o chileno Fernando González e os espanhóis Fernando Verdasco e Tommy Robredo.
Seu afastamento do circuito de tênis veio apenas dez anos e onze títulos WTA depois de sua primeira partida como profissional, em 2002. Nesse período, ela não recusou propostas para ensaios e anúncios de lingerie. A trajetória comparável à da musa russa Anna Kournikova, aposentada aos 23 anos, não atraía a jovem Dulko no início de sua carreira: “Prefiro ganhar muitos torneios a ter a fama de Kournikova”, disse a argentina quando tinha 19 anos.
Em seu anúncio de aposentadoria, Dulko preferiu exaltar a sua trajetória, sem deixar de lembrar as dificuldades: “Comecei a jogar com sete anos, me dediquei inteiramente ao tênis. Alcancei coisas que nunca imaginei que seriam possíveis. Tive momentos muito especiais e outros nem tanto. Encerro minha carreira porque tenho outras prioridades que quero focar. Não tenho o mesmo desejo ou a habilidade para fazer sacrifícios necessários para viver como tenista profissional. Essa é minha maneira de dizer adeus ao tênis, um esporte pelo qual me apaixonei quando ainda era garota e que vou continuar amando por toda a vida”.














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